[10:03] Então, percebe, aí lá não, porque eu fulano lá, cortou uma vez o seu dedo, só que a nossa é de seta, é infinito, é infinito, é de seta. Bem, ou seja, a gente está vendo o contexto do sistema que ele é assim. Então, isso vai fazendo com que a gente vá percebendo algumas coisas, por quê? Porque para que haja princípio anímico no lugar que a gente vai cultivar, seja grande ou pequeno, tem que existir. O que é o princípio da língua? Agora vai responder. O princípio da língua é a luz. O que é a luz? Vocês já sabem o que é a luz. Para contribuir para a vida. A luz é a alma, né? A alma. Então, para que um lugar ali, a propriedade, tenha alma, uma coisa de sentido, uma das coisas que tem que ter é uma vegetação pelo menos parte dela. Quando há necessidade de regenerar, falando como um equinócio, eu estou falando de agricultura, e há necessidade de regenerar, a forma mais inteligente de regeneração é deixar com que a natureza faça isso de forma natural. O que acontece é que ela pode até se regenerar, talvez parte, porque existem, vamos dizer assim, Isso é uma floresta que existe em mares, que não existe mais ali, não tem como regenerar. Estão muito longe dos materiais vegetais para regenerar. Deu para entender? Tranquilo? Então assim, quando a gente refugiava, fazia isso, fazia aquilo. Não, o que que ocorre? Os sistemas fazem com que a gente não consiga, assim, exercer a consciência de forma muito fácil. Quem diz? Então as coisas foram assim, se perdendo. Ou seja, aquilo que é a alma do local ali, para a gente contar, vai se perdendo. Alguém já caiu numa fazenda bem grande que é, assim, coisa industrial. As plantas são tudo igualzinhas, tudo igualzinho, tem mato. Já foram, pelo menos já viram como é que funciona? Já? Não? Sim? Não? Imagino. Mas e ali num local onde só existe um tipo de planta, uma espécie, O animal não tem, assim, dá uma sensação, assim, se houver uma possibilidade, se a pessoa tem isso, não, bonito, tal, falta algo. Uma vez, no espelho da minha menina macha, eu criava frango, né? Eu criava frango, sistema bruto, desse medo. Não vou dar mais detalhes pra não ficar tão ruim, né? Eu imagino. Mas é, quando eu entrei e levei ela, uma das filhas, quando ela entrou assim no galinheiro lá no Japão, ela falou, ué, cadê a mamãe dos pintinhos? Esqueci disso. Cadê a mamãe dos pintinhos? Não tinha. A criança, né, ela não procurou, procurou nas mamães dos pintinhos, só tinha os pintinhos, não é que funciona. Vem o pintinho, você cria e depois aparece lá no pacote. e é o sistema aí foi numa época que eu fiz um curso de sonar nos complicados mas eu pensava, olhava dentro da minha vida que era a coisa natural só os pintinhos tem outras coisas o sistema industrial é a mesma coisa no lugar lá no caso tinha um sorvete Mas você vai numa fazenda que não tem nada, nada, mas só aquela cultura, porque esses grandes empresários que são grandes, grandes, não é meio grande, não é grande, é só um tipo de coisa assim, é uma indústria, só que é rural. Então, ali começa a perder a alma do lugar, entende? Então, nós precisamos ficar atentos, assim, à maneira como que a gente vai trabalhar. ou seja, o que eu estou querendo dizer primeiro que refletir sobre o que é a agricultura mas assim, do coração mesmo para que todos nós e a gente consiga vamos assim aproveitar o que a loja nos ajuda a nos dar uma série de ferramentas para que a gente avance no nosso caminho entende o que eu quero dizer? então as vezes não é uma questão de louvor de ninguém não Legenda Adriana Zanotto [10:08] Eu estou falando décadas ao passando, quando ele convidou, eu não sei que ano foi que ele convidou o mestre Lácteo para que houvesse a educação, eu estou louvando para vocês para que a gente não fique todos nós como um povo, para que a gente vá tendo condições de estar entrando na era agroecológica nesse aspecto, existem muitos, não estou dizendo que ninguém avance não, mas nesse aspecto que a Loja Branca nos deixou. mas sabe que alguém nos citou, está aqui, o mestre Lácteo, ele foi instruído por outros mestres da voz da dama, já num livro bastante avançado, e ele foi instruído por outros mestres, e ele disse assim, poxa, muita coisa eu não conhecia, ele, estou dizendo em relação a profundidade de sementes, tem isso também mas em outros pontos é uma questão bastante importante não é algo que nos leva a uma reflexão se o sertão exaltado que veio do campo e eles falam que tinha muita coisa que não conhecia não é algo que a gente conhece depois que a gente conversou eu pesquisei a agricultura no youtube esse vídeo Está na internet Postaram publicamente É de 87 Vai fazer 40 anos O que ele está falando? O que ele está falando da agroacultura? Ele é vivo de mais de uma hora É isso Então desde aquela época Ou seja Em 87 Então imagina Há quantos anos ele está falando De paciência Eu quero ser analisado por vocês, porque eu preciso de vocês há muito tempo. E eu sofri muito por isso, por esse ponto. Estou falando de algo muito novo. Não estou falando de outra chave para ninguém. Assim, conversando com vocês, a gente pode conseguir fazer algo dinâmico para que a gente saiba, mas não é para levar algo emocional que dura um pouquinho de tempo. a memória sai perdendo essa parte emocional então assim dentro da minha condição eu vou analisar para vocês alguns pontos sobre isso então é importante a gente observar os pontos anímicos de um local onde vai se trabalhar mas que no futuro a gente reflita, ou seja, já é um nível de consciência maior quando a gente consegue perceber como disse o irmão Não porque eu mestre nisso, mas porque é uma compreensão nossa mesmo. Não algo que tenha sido gerado por um cliente. Ok? Alguma coisa a mais? Tem mais alguns pontos aqui, pelo menos esse ponto aqui, deixa eu só pegar. A água. A água, para as pessoas que não são gnósticas, vamos dizer assim, A parte que a gente está comentando, sobre a parte próxima à natureza, o rural, é essencial a água. A propriedade sem água não vai, não vai. A não ser que seja essas áreas de objetivo industrial como as próximas aulas que se tem. Porque é industrial, é em bons índios, como eu sempre falo assim, você pega alguma espécie, soja, milho, Ou seja, é que com os rissórios se carrete e vamos indo. É interessante isso. Então, em lugares assim, depende da chuva, ou seja, não da água, ou não tem hidração. Mas a água tem que ser pura. É uma outra situação que parece fácil, mas não é muito fácil. Porque existem formas que a gente nem imagina de contaminação da água. Então, se quiser que haja naquele lugar que a gente vai conseguir trabalhar. O princípio do Sucanino, ou seja, que dá uma alma num lugar que é diferente, é diferente no sentido do quê? Vamos usar o Fabiano de novo. O que é um lugar onde foi achatado um princípio? Uma das coisas que se aprende na agricultura é que a mãe é o pé da alface, que é uma profunda. Lá no Barra Láctea, a gente trouxe uma peulia linda, um pé de alface desse tamanho, não é exagero, desse tamanho. A gente comeu por 15 dias. [10:13] A gente vai ficar só falando um pouquinho de dinamismo aqui. Enfim, quando a gente utiliza a teologia, olha, é algo extraordinário. E a água é algo que, nesse sentido, sendo possível, é uma nascente, sendo possível. Não sendo possível, olhando se tem alguma pertence de água, ou briga de um riacho, enfim, nesse sentido. Porque isso dá alma a um lugar, ok? Tá, mas eu vou comprar terra na mão, mas a gente está, assim, com o objetivo de mostrar que existem coisas que o sistema foi fazendo, que a gente foi perdendo. E, às vezes, a gente olha alguém para ter uma referência, não que não seja possível, mas que a gente olha que o sistema se fizer com que a agricultura, que era mais pura, era mais nova no sentido de produção, ela foi perdendo tudo o que é... Não, tudo o que é tudo de ninguém, mas que a gente foi perdendo isso. Então, o sistema fala que a gente vai perdendo esse tipo de coisa, vai perdendo o sentido de ser agricultura, como disse o mestre lá, que era a profissão mais linda, eu falo sempre cultura é a profissão mais linda e também como se é a economia ecológica, a gestão de símbolos, a gestão de... Estou dizendo o que? Do momento em que a gente percebe o sentido de ser uma profissão muito bonita. É isso que ensinou que eu sou, então entenda assim o que a gente quer dizer, porque todo sistema e o jeito que é feito por uma inconsciência, a gente vai fazendo algumas coisas que são mecânicas. Então, na agricultura tem o plantio, tem a agricultura plantada ou até tem animais, mas é diferente, ok? Tem muitas áreas que assim, essas áreas de reprodução, não tem nem animal, você não acha animal, porque não é o objetivo dele, não tem. Então, aí no meu caso só tinha chifrinho, faltava mais, só um detalhe. Mas, aí eu não tenho nada de novo, então ela nem é uma coisa assim, sem água no lugar, ok? Então, eu não vou comprar terra agora, sabe? Uma hora eu compro, o lugar que a gente vai trabalhar, a gente começa a ter um lugar que aparece. Uma outra coisa que deve ter na área que vai se cultivar, são os humanos. Tem que haver um exemplo de cuidado com o lugar, porque o local não tem acesso. O tipo amazônico, realmente, é o nosso problema. O problema é que o lugar é um lugar que não tem tanto tipo. [10:19] (sem fala detectada) [10:24] Quero agradecer a Maria que me deu força de vontade para não desaparecer no caminho. Irmãos e irmãs, todos nós, neste momento, estamos sendo muito mais fortes do que o final da raça. Podemos conhecer o mensagem mais carinhoso que é a cultura lústrica. Nós não somos muito, mas somos muito. Porque em comparação aos milhares e milhares de habitantes que vêm da terra, se debatem em situações lamentáveis, as circunstâncias da vida mantêm em suas mãos a tabela de salvação que é a doutrina gnóstica. Mas aqui nós temos poucos, mas para a liderança de uma organização super esforços, para, como dizia a liderança do Mestre Orlando, de ser sofrer, somos muitos, assim que, irmãos, onde quer que vamos, onde quer que estejamos, nós prometemos que para Deus, oração, oração, e cada momento que tentamos, em qualquer lugar onde estejamos, e podamos dizer a Deus, que adorará o Maestro, que está luchando e acompanhando o Cristo, subi a cruz, e aqui estou, conte comigo, isso conta muito para esse bendito Então, eu quero dar a sua propriedade para este bendito Maestro Rassi, que é o mesmo que o nosso próprio, se eu quisesse que isso se atrapalhasse, e se eu tivesse que ver um Deus, eu diria, mas por que? Por que quer que isso se atrapalhasse? e como dizia Paulo da Terra, que para nós, os dias da humanidade, temos já. E nesse momento, lhe dizemos, Maestro, que o povo não tem o seu privilegiado. Eu quero, com você, perguntar com a ajuda de Jesus e da cruz, dentro de cada um de nós. Eu quero, que lucha, com esse risco, quando estava na cruz, eu tenho sede de todos os dias, com essas águas de vida que estão aqui, que a gente está disposta a que desde o mais próximo dia vamos fazer com que Deus não faça nenhum erro. Eu dizia a esse bendito maestro, que o sábio, que é esse que nos manda para, porque o maestro, que lhe deu um caráter, que o maestro tem uma palavra, que o maestro quer que seja como o senhor, e que o maestro compartilhe isso. [10:29] Nosso sentimento, nossas orações, nosso comportamento, que o Cristo já viu, que Deus se tornou presente com a carne e os ossos deste mundo, do Alvo, do Olor e da compaixão. Porque com um santo e um perfeito, o humano é débil. Mas, no geral, o Maestro diz que a humanidade, qualquer coisa que a gente esteja juntada, em sua alma, em seu papo, em sua alma, é a única que lhe escolhe, é a nossa Mãe, é o nosso Ser. Eu digo aqui a vocês, humanos, uma ocasião que estava passando, uma situação muito difícil em nossa vida, onde decíamos ao Maestro, Maestro, eu não fico, eu não pude me ajudar. Nos queda sorprendidíssimo, porque como Deus tem uma identidade, Mais que o cinema ou mais que o cinema, parece que a situação é tão difícil que você sabe que a gente não vai poder dar a mão no coração, dentro de cada pessoa, dentro de cada um, há um Deus, há um ser, que dá a mão e que nos ajuda. Ele é o que intercede e é a que realmente, irmãos, que nós devemos. [10:34] E que tudo o que faça sempre vai ser de seu favor. O terceiro ponto é aceitar cada um como é. Isso quer dizer que escassamente temos o que pensamos, o que fazemos e o que sentimos. E que todas as pessoas que estão ao nosso redor sempre vejam o melhor, o bonito. E entender que dentro de nós também há um ser, há um amor que luta pela perfeição. A gente tem que respeitar como a pessoa pensa, como a pessoa sente e o que a pessoa faz. A melhor maneira de ajudar os nossos irmãos é com um bom sentido, com o exemplo e de repente com a oração. Não se enganar, tem que olhar em um, em quatro. Não falar mal porque seu amigo se engana. Calhar quando se engana e falar quando se engana. Dizer que é o que traz. Assim, nós veremos com quem trabalhamos. A quinta é servir. Os serviços se estendem em partículas que se depositam no servidor. Uma vez que um oferece um serviço, seja levando uma medicina a um enfermo, comida a um aluno, visitar um hospital ou ajudá-lo quando o faz. Colocar nossas gemas. Com isso, ante os tribunais, ante a lei, qualquer situação que nós aqui físicamente tenhamos, O tempo que temos é pouco e a oportunidade de servir sempre que temos a oportunidade de nos servir. [10:39] Fazê-los sem queixar, fazê-los sem pegar nada no caminhão, nem sequer um dia se o paguem, porque é algo que é para o nosso próprio benefício. Não nos esqueçamos, irmãos, que a obra que cada um de nós quer fazer é a obra de nosso ser, e que tudo o que fazemos, Assim já, essa parte é uma das que queremos fazer, para fazer o que vim fazer. Não que eu me olvide todos os dias, que eu vim cumprir com a missão que se me ha sido encomendada e que inicie a cumprir, porque não sabemos nós, mas ele sim sabe. Deus me pague por a oportunidade. É muito importante, mas eu queria compartilhar com vocês o que foi o nosso fim e morte. E é uma oportunidade que nos será todos os dias que estemos aqui. De pronto já o terão escutado, porque é tão bonito compartilhá-lo com a presença de Deus e os amados Mestres da Bíblia. Deus lhe paga por estar aqui, Deus lhe paga pela grande oportunidade de poder compartilhar com todos. Paz e benção. Graças a Deus, o venerável Sr. Gustavo, ao Senhor, o venerável Mestre Igreja de novo, o venerável Mestre Memório, o venerável Mestre Padre, e a todos os irmãos da Pesquisa Anticrítica, que vocês tentam ajudar, o irmão Fabiano, que eu conheço bem, e a todos vocês por estarem aqui presentes, também por me dar a oportunidade de compartilhar com vocês talvez o mais importante que eu acho que tem na minha vida, que é conhecer a domínio agnóstico. Eu não falo muito bem português, mas eu vou tentar, talvez misturando algumas palavras. Então, eu queria compartilhar hoje, primeiro de tudo, a atitude que eu tenho com os generais mestres da loja branca, porque eu acho que uma coisa que é muito importante para a gente é a gente se localizar no momento que a gente está vivendo na humanidade. A gente já sabe os sinais que tem no final da raça e a gente consegue escutar as coisas. guerras, fome essas coisas, né? que parecem assim, tipo, ah, uma coisa da bíblia mas são coisas que estão realmente acontecendo que parte dessa magia, dessa força espírita do final da raza, a pessoa não percebe o caro finalismo que é o que aconteceu na época de Noé, não sei se você fala Noé em português, mas na época de Noé daí que ninguém acreditava que o mundo continuava e ver a sua vida como se não tivesse acontecido nada. Então eu acho que agora a gente está nessa construção da vida. Só que a gente está pior ainda, eu acho, porque a gente acha que acredita, a gente acha que faz, mas se a gente observa o dia a dia das nossas vidas, a gente consegue perceber que realmente a gente está falhando muitas coisas. E que aos poucos, com nossas atitudes, pensamentos... [10:44] Mas é os poucos, não é que você vai acordar um dia e outra noite, não. É os poucos com atitudes. Então, uma atitude que eu acho que é um bom sinal é a gente ter conseguido vir para a convivência. Eu não acho que as pessoas que não vieram para a convivência são tão assinadas, porque eu sei que é um esforço enorme e que não é sempre que a gente consegue. Mas a gente ter a oportunidade hoje, para mim é um bom sinal e eu também sou muito grata por isso. Então, eu queria compartilhar, eu não sabia o nome, assim, dos três pontos que eu queria compartilhar com vocês, porque, na verdade, foi uma carta que o mestre Lassi mandou para a minha mãe, uma vez, e eles estavam conversando sobre alguma coisa, não sei, na verdade, mas eu li várias coisas bem pessoais, da vida dela, da missão, dos filhos, do esposo, de tudo, né? E ali ele fala para ela, eu coloquei aqui em português, Cossita, não se esqueça que viemos a esta vida para três coisas Que eu sempre admirei, que ele sempre falava para minha mãe esse tipo de coisa Tipo assim, você não veio aqui só para criar seus filhos, você não veio aqui só para não saber Sempre ele fazia, tipo assim, ele sempre lembrava para ela que a gente veio para fazer uma coisa a mais do que só viver A vida horizontal que nós conhecemos Então, os três pontos são os seguintes O primeiro ponto é colocar-se em paz com Deus Pagando as dívidas anteriores Que eu acho que já todos escutamos alguma vez disso Só que o mestre Leslie também fala assim Antes de querer estar em paz com Deus Trate de estar em paz com seus irmãos Porque é uma coisa muito importante Porque quando a gente só escuta colocar-se em paz com Deus A gente diz, olha que bom Porque, tipo assim, não me apresentam sofrimento, né? Só que quando o cara se passa com seus irmãos, aí já é um sofrimento para a gente, porque a gente sabe que a gente não deu erros, a gente sabe já se tomou bem, e a gente também sabe que tem o carma de outras vidas, né? De coisas que a gente tem que parar agora, né? E nas Sagradas Escrituras também fala assim, portanto, o que eu estou falando, né? Portanto, se você estiver levando uma oferta ao altar, e ali se lembrar de que seu irmão tem algo contra você, deixe a sua oferta diante do altar. Vá primeiro reconciliar-se com seu irmão, depois volte e aprecie a sua oferta. Eu gosto muito disso porque é uma coisa que a gente consegue fazer no dia a dia, desde que a gente acorda até que a gente vai dormir. Então, é uma coisa que a gente pode fazer com detalhes e que os detalhes que E entra aí só pensando na morte, no serviço, no sacrifício, né? E também no assunto espiritual. Por quê? Porque se você não está em paz com os seus irmãos, você tem que morrer. Porque tem pessoas que você não gosta, mas você não pode ir respondendo a outra pessoa, você não pode fazer de propósito uma maldade para a pessoa só porque você não gosta dela. Porque se você quer ficar em paz, estar em paz com uma pessoa, você tem que começar pelo menos por não ter mais dívidas nessa vida, nesse existência. Você não sabe o que você fez para essa pessoa na outra vida, mas nessa vida que eu tenho agora, eu tenho que tentar não criar mais dívida aí para essa pessoa. Então ali a pessoa tem que aplicar o que é a morte psicológica, porque a pessoa tem que observar o evento, tem que se auto-observar e saber o que está se mexendo dentro da pessoa. Olha o que eu estou pensando. Por que eu não gosto? Serviço, por quê? Porque a gente tem que servir as pessoas que a gente não gosta, servir as pessoas que a gente não conhece, mas tem que fazer esse serviço com amor, para esse serviço ser um sacrifício real. Mas a gente, para fazer tudo isso, tem que estar despertado, né? Tem que, bem ou menos, estar fazendo a chave só, que a gente fala. Então, a gente vê que... Tipo assim, eu gosto dessa parte, porque para a gente conseguir fazer uma coisa que parece tão simples, A gente precisa de ter pelo menos uma disciplina. Só como a pessoa tem a chave só de disciplina no dia a dia, porque a gente escuta muitos ensinamentos bonitos, que são úteis para a gente, só que é bem difícil você pegar tudo e fazer no outro dia, né? Você tem que pegar coisa por coisa, uma coisa que a gente consiga fazer. Então, por exemplo, se a pessoa quer... Eu vou tentar fazer a chave só, porque dizer que a pessoa vai fazer a chave só dia todo, as 24 horas do dia, todos os dias. Não, a pessoa vai falhar. Mas, se durante o dia a gente se lembra de fazer a chave sol, de despertar, ali a gente vai ter essa oportunidade de estar em paz com os seus semelhantes e com a vida. Com a vida, como já falaram também aqui no Senhor Donato da Soprovita, em que nós fizemos um curso, também com tudo que nos colher, né? Colher as plantas, os animais, as pessoas... [10:49] Eu quero agradecer a Deus, como eu já falei, a gente não compreende não as dívidas, mas porque o carma começa no dia a dia, se a gente pergunta, como é que eu, tipo assim, eu não sei se vou conseguir pagar todas as minhas dívidas, todo o carma que eu tenho, né, a gente sabe que é por uma misericórdia divina, uma das grandes dádivas, privilégios que a gente tem por conhecer a doutrina, é a oportunidade E pagar esse cargo não, porque a psicóloga fala que é perdoado, porque o Cristo interno da profissão íntima da gente que permite que esse cargo seja perdoado, né? Mas, a gente, durante o dia, como é que eu ganho cargo? Como é que eu consigo não contrair mais cargo durante o meu dia? Então, um detalhe, percebam, quando deixamos de cumprir nossos deveres ou desperdiçamos o tempo e as oportunidades que recebemos. Isso aí é o momento que a gente está vivendo. Se eu acordo amanhã e eu não faço nada, nada durante o dia, para acrescentar o 3% que eu tenho de consciência, isso é, se eu não faço nada sobre a morte do ego, se eu não faço nada sobre o despertar, sobre o acidente e o sacrifício, eu desperdicei um dia e o dia não valeu nada, porque eu não fui consciente, eu não vivi esse dia, eu só sobrevivi durante esse dia, então ali eu já estou desperdiçada e eu já estou gerando um karma. Porque eu deixei passar um dia que eu tinha uma oportunidade que não tem muitas almas, na verdade. Outra coisa, quando eu comecei a usar a graça de conhecer a doutrina e a possibilidade de transformar conscientemente o nosso destino, que eu estava falando agora, que na pista que a gente escuta muitas vezes, a pista que a gente ia falar, a primeira sessão não ia explicar, que a gente tem essa grande oportunidade, que nunca foi dada, mas que nessa época foi. e a gente acha, uau, a gente tem muita ajuda, é, tentando encordar outras dívidas, não sei o que, mas por que, por que tem tanta ajuda? Porque na lei é bem mais difícil a gente ter a vontade, a força de vontade de sair desse encanto que tem no mundo, né, porque a gente tem muitas expressões, a gente tem o telefone dentro de tudo, nunca entra o avanel, a gente solta, então, tipo assim, não tem paz a lei que dá a gente no século, a gente não tem o momento do dia, que não tem nenhum sobreestimo, Então é quase impossível a gente ter a força de vontade para realmente despertar para a realidade que a gente está vivendo agora. Outro detalhe que ajuda a gente a gerar muito caro, que é quando ferimos os sentimentos das pessoas. Falhamos impulsivamente, julgamos, humilhamos por agentes movidos pela ira e pelos sentimentos. A gente escuta isso e pensa, eu não, sempre assim, eu não. Mas se a gente se observar e auto-observar, se a gente fizesse a auto-observação, a gente vai perceber que a gente tem mais bondade da psicologia do que a gente acha. Porque a gente tem uma ideia, a gente tem o que... Ah, eu sou boa cidadã, eu não faço mal, não sei o quê. É real, a gente acha isso. Só que se você observa e se auto-observar, que um dos irmãos estava falando outro dia na palestra, né? No começo dessa maior farol, que a maior alegria do estudante nosso seria descobrir um novo ego, né? É psicológico. Só que o irmão também falou, na real, não é com alegria, a gente diz, ah, eu vou pra mais que eu tenho que estudar e eliminar e não sei o que. E é verdade. Pra pessoa, tipo assim, a gente fica meio chiqueada quando comecei a observar, porque realmente a gente percebe que a gente não se conhece realmente, né? Outra coisa que o mestre falou bastante também foi quando divulgamos a desgraça alheia. repetir os comentários espalhar os voados sem sequer saber se são verdade se são verdadeiros ele fala em vários livros, convivências sobre isso aqui que a pessoa, ele fala você falava uma coisa bem fácil mas, como que você consegue depois tipo assim, como falava arregar tudo o que você fez com seus comentários porque sai da sua boca o que envolve então, mas é uma coisa que a gente faz no dia-a-dia, mas quando acontece com a gente, a gente já vê que não é legal. Tipo assim, realmente o dano que a gente pode fazer só com palavras é muito. E não é só falar mal de outro. Também é uma má resposta, porque estava, sei lá, muito preocupada, estava chateada, sei lá. Qualquer coisa que a gente faz por, tipo assim, eu sempre falo, modo piloto, modo automático, é que a gente nunca percebe o que está fazendo. Então, ali, a gente, o dano que a gente causa é muito, e o impacto na vida de outro também. Um exemplo é, por exemplo... [10:54] Ou na exceção de um lugar, ou no hospital, ou, tipo assim, qualquer pessoa que trata por muitas pessoas durante o dia, a pessoa às vezes responde mal, mas você nem percebeu, porque você já atendeu 100 pessoas durante o dia, mas essa pessoa, você é a primeira pessoa que responde durante o dia, então você deixa a pessoa avalada porque você nem percebeu, e eu, tipo assim, você percebe também quando você responde bem isso, Porque, às vezes, por você entrar no consultório, às vezes você já fala cansada, acha que você tem muito paciente, mas só pra pedir atestado, né? Então, você sabe porque você está mentindo, né? Ela fala que tem ideia real, que ela entende tudo, não tem nada a ver com o que ela está falando, né? E ele fica olhando pra ver a reação de você, pra saber se você está acreditando no que ele está falando. Então, você tem que falar cético, assim, como se você tivesse acreditado pra ele não continuar mentindo, né? Você já sabe mentir. Então, ali, já eu ficava chateada, eu queria responder na hora, as pessoas diziam assim, você tá pensando em perder o tempo? É onde a pessoa que tá lá fora, a pessoa lá fora tá reclamando, que, ah, tá demorando, mas é tudo de marco, uma pessoa tá aqui mentindo. E eu, como eu te vou falar, sabe que, senhor, você tá mentindo, eu sei, não, ele que passou de amor ao senhor, se tudo não se fosse verdade, né? E, assim, ali, eu percebi que, às vezes, eu respondia, não respondia mal, né? Na minha casa, eu não respondia mal, eu respondia normal. Só que dali, quando você responde realmente bem, porque não está casado, porque você disse, não, não posso tratar essas pessoas, tipo, eu não trato não, você é educado, porque você tem que ser educado, você é educado, é amado, você não tem raiva, não tem nada, mas quando você é de coração, você, eu vou responder bem, vou dar mais atenção para essa pessoa, não sei o que, tem pessoas que, tipo assim, dava as graças, ah, obrigada, você foi a primeira, realmente, como a primeira pessoa que me tratou bem hoje, eu fico assim, ousa? E no meio do dia ninguém fala bem para a pessoa, tipo assim, a pessoa acordou e ninguém diz uma palavra amável E são coisas, e quando você escuta a vida da pessoa, às vezes é uma mãe que ela acaba, tipo assim, ela acordou, ela fez o que foi da manhã Ela trabalha, ela passou o longo do trabalho, ela foi para o hospital, realmente estava mal Ninguém vai ajudar ela para cuidar das crianças, ninguém, ela fala para mim, eu tenho que ir embora, porque você tem que tomar soro Mas o senhor demora, e ela fala assim, quase sempre quando é mágica, ela está mentindo, porque ela fala assim, a diferença é que eu não tenho nada para fazer da vida aqui na escola. E ela fala assim, não doutora, me dá um desculpa, porque eu preciso ficar bem, porque eu preciso pegar meu filho da escola, porque eu preciso... Ela tem um monte de coisa para fazer, que eu fico assim, meu Deus, como é que as 12 horas do dia alcançam para ela fazer essas coisas que ela está fazendo? Então, você escuta a vida da pessoa e você tem um pouco mais de empatia. Mas se você se colocar no lugar da pessoa, se você se imaginar acordando cego, com frio, sem vontade de fazer nada, ela tem que fazer café, depois ela tem que voltar, todo mundo vai dormir na casa, mas ela não vai dormir, ela vai lavar a roupa, ela faz um monte de coisa que nunca acaba o dia dela. Mas se é domingo e todo mundo está lá, no churrasco e ela ainda continua trabalhando, então é uma coisa que me fez pensar muitas vezes, isso aí, que a gente não sabe o impacto que as palavras da gente tem na vida de outra pessoa. Então, a gente não sabe o dano que a gente está fazendo. Mas se eu ferir essa pessoa, você acha que o karma está vendo isso? Se a pessoa está perseguindo, isso é um karma também. Porque eles são muito mais sábios que a pessoa. Quando violamos as leis, desrespeitamos a vida ou deixamos de cuidar de suas manifestações. Seres humanos, animais, claro, da natureza. uma coisa que eu sempre me lembro quando eu quero ter mais cachorro porque eu gosto muito de cachorro a minha mãe sempre fala, não, você não pode ter mais uma cruz porque o Edson falou muito isso pra eles você tem um cachorro, um gato tem uma planta, o que seja que for que tenha vida é uma cruz que você está colocando nas suas costas uma cruz a mais do que você já tem porque a gente já tem a própria cruz então se você não vai se responsabilizar por essa cruz a mais que você está colocando nas suas costas, melhor não pegar, porque se acontecer alguma coisa, é você o responsável ante a lei divina, e ante a lei física também, porque não tem lei física para as plantas, a caça da gente, por exemplo. E tem países que não tem lei também para os cachorros, os gatos, os animais domésticos, né? Mas tudo isso são cruzes que a gente carrega nas costas, e às vezes a gente faz isso com o ar em um som, Porque acha que vai ter tempo, mas na real a gente nunca vai ter tempo e vai ser no carma que você vai gerar. É como se você for para uma loja e pegar muitas coisas com cartão de crédito e você primeiro tem que pagar a vista, você acha que não tem, mas a conta vai correr todos os dias. Se você não paga, vai gerar juros e outras coisas. Então é uma coisa que não importa se você é consciente ou não é consciente, você está gerando o carma. Porque você tem uma cruz e você tem que ser responsável pela sua cruz Que tem muito a ver com o que eu estava falando de volta à sua vida Na verdade eu quero fazer o curso porque eu penso em... [10:59] Mas também eu penso que a gente se acha, sei lá, que a gente valora a vida, valoriza a vida, é porque a gente gosta de viver, obviamente, mas não, porque tem detalhes da vida que demonstram para a gente que a gente não muda o valor real das coisas, né? Então, é isso aí. Outra coisa também que a gente gera carga são muitas coisas, eu não estou perdendo os fundos. Quando reconhecemos um erro, mas não pedimos perdão, não corrigimos e continuamos repetindo a mesma conduta. Também é uma forma de ferir as pessoas. E sabe para quem o que a gente faz na exame, e tem pesquisa sobre isso, que eu não acreditava que tem, é para esponsagar aparelhos, esposos, esposas Então, estadisticamente, a pessoa que você mais faz da durante a sua vida é a sua esposa ou a sua esposa. É uma coisa muito cruel, porque eu acho que ninguém conheceu uma pessoa pensando nisso, né? Ah, eu vou fazer nada. Não, a gente não pensa nisso, o negócio acontece. O negócio é real. E que aconteça sem a gente, por quê? Porque a gente tá dormindo, porque a gente tá dormindo, porque a gente não faz coisa, Então, é muito difícil fazer uma reflexão, muito que nada, então, ali é quando dá para perceber bem porque os mestres falam que o ego psicológico, ele causa muito dano a nossas relações interpessoais. Para o último desse ponto aqui, o Venerável Mestre Lázaro nos ensina que não falar das desgraças alheias é caridade, e a caridade é o valor. Nós estamos na doutrina gnóstica para criar a alma, e a alma, ela se cria, a alma é um conjunto de valores, e os valores, desculpa, de virtudes, E as virtudes são valores, e os valores são princípios que a gente tem, mas os princípios não são uma coisa do alheio, não, são atitudes positivas que a gente tem que ter durante o dia a dia, que eu estou falando. Mas o que vai acontecer com a gente? A gente não é humano. Por quê? Porque a gente não tem que ser humano. Se a gente não for ser humano, se a gente não for cidadão, por exemplo, a gente às vezes não cumprimenta ninguém, a gente às vezes não agradece alguma coisa. Por quê? Porque a gente não está nem aí. Mas se você não é um bom cidadão, não é um bom humano, nunca na vida vai poder ser humano. A gente não se supera em nada, porque ninguém sabe conviver aqui como os humanos. Outro ponto que o mestre deu para ele na minha carta é regenerar-se física, psicológica e mentalmente. Estamos em um sono profundo e o que é pior, completamente convencidos de que está na verdade. O que eu estava falando no início, a gente acredita que a gente está no cérebro, que a gente está fazendo uma coisa, mas acreditar nisso faz parte do sono da consciência. Porque se a consciência ligasse o tempo todo na cabeça da gente, eu falava uma raça, você não está fazendo nada, a gente nem teria vontade de viver, porque o tempo todo a gente estaria na frente a uma realidade. O que não é nem saudável para o cérebro, porque viveria estressado, teria condição lá em cima, então a gente estava dormindo e gostava do amanhecimento, Porque tudo o que tem o mundo para nos adormecer é literalmente desenhado para a gente ficar viciada. As comidas que não são saudáveis foram feitas por médicos científicos que estudaram o ponto certo para o cérebro da pessoa ficar viciada. Então é biologia pura. Então como que a gente vai fugir da biologia? A gente consegue, só que é uma coisa que a gente tem que ser consciente, que pelo fato de eu gostar de uma coisa, seja comida, seja telefone, seja filme, seja o que for, não faz isso ser bom para mim. Porque eu gosto de comidas que não são saudáveis para mim, mas eu gosto porque foram desenhadas para eu gostar delas e ficar viciada. Então a gente tem que entender isso aí, que por isso que os mestres falam que o mundo é malha, que é uma ilusão. Mas uma ilusão que dá para ver como desenhar, além da energia luciférica que ela já tem, para a gente ficar se agradecido, tem um telefone que também está desenhando para a gente ficar atrapalhado e não conseguir viver a vida real que está acontecendo agora. [11:04] O ponto é amar profundamente a Deus e a obra que estamos realizando. Como é que se fala? Uma igreja é o coração de uma pessoa que vive na prática os mandamentos de Deus e que cumpre aquilo de amar a Deus sobre todas as coisas. A gente vê como tem relação esse ponto aqui com o primeiro ponto também, porque é a mesma coisa de amar a Deus sobre todas as coisas e amar os seus semelhantes, né? E estar em paz com eles, você não consegue estar em paz com eles se você não começa a sentir pelo menos um carinho por eles, porque você não consegue estar em paz com uma pessoa se você tem raiva recentemente ou uma vontade de contar com a pessoa, né? Nenhum Deus, nenhum amor se sustenta em finanças, em ostentações, em carros novos, em edifícios Se fundamenta em algo mais real, imortal Aqui, por exemplo, que o Cristo também fala Meu nome não é desse mundo A gente escuta tantas palavras que a gente acha que é uma coisa muito autocrática Que não é do dia a dia Mas, tipo assim, as pessoas às vezes falam isso eu não consigo nada, eu tenho que querer isso, eu tenho que querer o outro, eu não sou quem é que vai tratar. É, cada criança sabe, dá para a gente ficar mais para a vida dele, sem ter que tirar da sua vida, porque, tipo assim, ele acha que isso aí vai levar ao inferno, mas ele pode tirar, né? Só que a gente precisa comer, a gente precisa viver, trabalhar, ter coisas, né? Só que, com isso aí que a gente precisa, a gente muitas vezes fica atrapalhado. E a gente não percebe, sério. A gente as vezes dá para perceber quando você fica de joelhos e faz uma oração altas e você entra a dormir. E ali que você valoriza também a importância de ir para o inicial, de vir para as convivências e para ter uma oração. Por que? Não é só o quarto dado, cada uma em uma religião, uma única religião. São as ajudas que por misericórdia divina os mestres deixaram nesta época de tanta coisa para nós adormecer, para a gente ter oportunidade de acordar. é como se uma pessoa vier e cada vez que você está dormindo, acorda, acorda, você vai para o inicial, além de que essa é uma lembrança que você tem para fazer, tem irmãos que dão ensinamentos, tem os rituais, nos rituais e na Sagrada Anson, a gente recebe formas e cordas divinas, o que os mestres falaram, luz, luz que a gente não tem nada para ganhar, tipo assim, nada além de ir para o inicial caminhando ou de carro, Porque realmente é o segundo que a gente vai Todo mundo sabe o que é Estudar o trabalho psicológico Tirar a luz dele, que ele tem tratado Também fazer o sacrifício para a humanidade É com muito esforço Mas se você vai para o policial Você está amassado no sol, você está tendo luz Está tendo luz Uma luz que foi por misericórdia Uma ajuda que a gente está vendo agora Só que a gente não conseguia fazer Então se a gente não tem que fazer Não vá se unir, porque você tem as coisas aqui Aqui na Argentina Não tem como Então, é para a gente ter uma ideia, dimensionar, do difícil que está para uma pessoa sair e realmente fazer alguma coisa para merecer e para o resto. Estava falando também do Sr. Ronaldo, quando eu comecei lá, ele falou, todas essas coisas que a gente quer fazer no dia a dia, é para a gente ter o direito de ir para o resto. Mas são detalhes que a gente quase não liga, porque a gente não lembra disso. Por quê? Porque a gente trabalha, chega pra casa, chega cansada. E a gente mesmo se insiste, caramba, tem que ficar cansada. Amanhã acorda o cedão, porque já não acorda cedão. Não tem tempo, ele não pode ficar ali para fazer uma oração, porque tem que ir para o trabalho. E assim, assim como a gente vai ficar, ele vai ficar. Depois, quando a gente quer fazer a reflexão, sei lá, repetir, o dia sábado crescendo, a gente pensa, nossa, mas eu já falhei, falhei na segunda, falhei na terça, falhei na quarta, então a gente fica desmoralizado. Mas também é uma excusa de outro plano psicológico para você não conseguir fazer nada. Então, o importante é a gente saber que a gente vai falhar muitas vezes, todos os dias. Mas, se você pensa assim, hoje, pelo menos hoje, eu vou tentar uma vez durante o dia que eu fechar de sono, uma vez no outro dia a Tereza desfina aqui. Você vai falhar sim, mas vai falhar muitas vezes hoje e só vai levar uma vez. Mas no outro dia, pode ser que ele se lembre duas vezes, no próximo dia três vezes. E assim é o concurso. Então, a gente não tem que ficar escutando o Enrico quando ele fala, não vai acontecer mais assim, porque você sempre esquece. Obviamente a gente vai esquecer, porque a gente não é um iluminado. Repetindo um pouco sobre esses aspectos, a gente contava na Sagrada Escritura o fato de que Deus fez o homem a sua imagem e semelhasse. De novo, estamos três pontos de se conectar. Tudo isso aqui que é o que nos diz que o homem foi feito a imagem e semelhança de Deus. Que todas as pessoas que... [11:09] Então, tudo o que eu quero fazer com Deus, eu quero me colocar em paz com Deus, eu quero amar a Deus sobre todas as coisas, eu quero amar para o mundo, e você vai amar a Deus onde? É aqui, é agora, é com os nossos irmãos, que não é que você tem uma palavra clichê, é realmente você ter um bom sentir quando você dirige a palavra para essa pessoa que você não conhece, que você não conhece, você não perde nada, você não perde nada sendo amável e sentindo de coração quando você vai fazer o serviço se você nunca tem um. o carinho e tenta, tipo assim, a gente amar, não sei se a gente tem, mas pelo menos tem desse termo de amar, né, que é carinho, boa vontade, então essas coisas a gente consegue passar durante o dia e a gente ganha muito e não perde nada, então é isso que eu queria compartilhar com vocês, porque eu acredito muito que as convivências servem muito a gente para isso, né, para a gente acordar um pouco e para a gente se motivar, como todos os irmãos já falaram, a gente chega para casa e a gente esquece, Mas é bom a gente aproveitar as outras oportunidades que a gente tem. Os livros dos mestres, o treinamento do Pai Nosso, que a gente vai ter a noite. E a gente consegue pedir para os mestres também a ajuda e auxílio. A gente recebe ainda mais tempo, mas também a gente pode pedir. Eita, já acabou. Muito obrigada. Temos que agradecer profundamente a nossa irmã Azar, que com suas palavras realmente nos deixou algo para a nossa consciência. amado a Deus profundamente e a obra é muito importantíssima e realmente é o que nós queremos também mas que também nos dê uma mensagem eu queria dar uma saudação bem breve é interessante que esse dia que a gente chegou na semana anterior A tônica em casa foi a louça, a semana inteira foi a tônica fundamental, e aí eu cheguei e não consigo nem brincadeira com o exemplo da louça, Ah, então tá confirmado mesmo aí, precisamos arrumar mais moça, né? E aí, assim, eu queria falar duas verdades aqui e um convite. É o que eu tento falar bem breve mesmo, né? A primeira verdade é que as duas verdades são, ao mesmo tempo, fáceis de perceber, todo mundo já sabe, e ao mesmo tempo é difícil de aceitar todas as duas, né? Mas qualquer uma das duas que a gente aceitar primeiro, nós vamos ter uma oportunidade de muro na nossa mão. A primeira verdade é a seguinte, e o nosso grande mestre André o falava, nós somos seres mortais, daqui a cem anos não vai ter ninguém aqui. Todo esse medo, esses afãs, não vai ter nada disso mais. Nossa personalidade vai deixar existir, vai virar uma história, vai estar nos livros, e se durar mil anos é que ele ficou com um personagem importante. Ou que a Aurora registrou todo o livro e deixou para a futura geração. Essa é uma primeira verdade. Quer dizer, tudo passa nessa personalidade que em si ela não tem tempo. Ela vai deixar de existir. Aí vem a segunda verdade. [11:14] A alma não morre, tudo passa, mas a alma é imortal. Hoje a gente morre e a alma acaba. Ah, mas eu vou para o inferno. Ué, mas aí beleza, vai para o inferno, mas e aí? Vai ficar lá o tempo todo, porque sofrimento, enfim, normalmente não é, lógico que é, né? Mas, vai passar também. A alma é imortal. Isso aí é uma segunda verdade. Eu falei, é difícil de aceitar, né? Mas é uma segunda verdade. Então a gente fica numa janela do tempo, onde ao mesmo tempo há o imortal e a nossa personalidade, ela vai deixar de existir, ela não faz nada. A gente fica assim, nessa janela do tempo. E aí nessa janela do tempo que ele colocou na gente, que agora é o meu convite mesmo. É simples, né? Eu não preparei nada, mas é bem simples o convite mesmo. O mestre Lácteo me fala que a gente deveria, pelo menos uma vez na semana, buscar as saídas ao campo, à natureza. E a gente está lá na Chapada dos Guimarães, né? Lá são mais de 450 cachoeiras, né? Tem mirante... Realmente, assim, está banhado na natureza e quem já foi lá sabe que realmente é bem bonito, né? Mas a gente está aparecendo no paraíso, porque a gente só vai nas cachoeiras quando tem visita. Então, a gente gostaria de fazer um convite aí para os irmãos que quiserem ir lá, a nossa família vai recebê-los lá, igual o barqueiro lá atravessava as almas, eles só atravessavam o rio quando tinham almas para ir juntos. A gente também vai fazer isso lá. E por que estou falando isso? Porque as vezes, é tanto informação, no blackball, eu acredito que a gente está realmente vivendo uma era de hiper informação superficial. Quer dizer, eu não acredito nisso não, isso está comprovado mesmo. Você joga o Reels no Instagram, a informação você vê em dois minutos, a idade média inteira não tem essa informação, você vê em dois minutos. Só que isso aí vai gerando uma ansiedade que a gente já sabe, não precisa nem falar, né? A gente está vivendo uma época de ansiedade e quando a gente vai na natureza, como aquele monte de cachorreiros gelados, o caminho que vem da mata, ali a gente entende o que o Ernesto Laxmin estava falando pelo menos duas vezes na semana. A gente conversa, ah, mas eu moro em São Paulo, não tem outros parques, né? Iapuera, Imaçã, mas o ideal seria realmente um lugar nesse nível da natureza. Se a gente pega o Mestre Samuel e fala assim, normalmente ninguém tem que morar no mar, mas pelo menos passar umas férias hibernadas no meio da natureza é essencial. Bom, pessoal, então é isso. Não é tema, né? Fui chamado para passar uma salvação lá. Queima-roupa, né? Queria fazer esse convite, dentro dessas duas realidades, que a gente sabe que existem, né? A gente está nessa janela do tempo, se a gente observar, é interessante a gente falar assim, poxa, a gente está vivendo no inferno. Mas quando você olha para fora e vê a natureza, não está nisso. É claro que isso aí não é o inferno. O inferno talvez está dentro, mas se a gente olhar para a natureza mesmo, então parece que a gente precisa cuidar, né? A gente precisa estar aproveitando de alguma maneira. Então, convite o oficial aqui, o Mestre Papá, para ir lá na Chapada do Guimarães, dentro do leite. Então, está convidado. Bom, pessoal, obrigado aí. Faz a menção. Faz a menção. O Raul, realmente, ele é... Lá no fundo do Mato Grosso, eu estou esperando a hora para fazer a visita para ele. [11:19] Vai acontecer. [11:24] Fazer a obra é o primeiro ponto. Então vamos ver, querer fazer, se nós não queremos fazer, nós não vamos fazer. Se nós não compreendemos a importância de fazer a obra, também não vamos fazer. Então são pontos que a gente tem que analisar. Isso aí está relacionado diretamente com o trabalho espiritual que nós buscamos, pelo menos dizemos que queremos fazer. querer fazer. Então, isso fica realmente para que a gente repita sempre, né, eu quero fazer a obra, e eu sempre a resposta. E quando nós fazemos pergunta para a nossa consciência, antes que a gente termine a pergunta, nós já sabemos a resposta. organizar-se para fazer a obra, porque a obra tem suas características, sua forma, e que nós temos que realmente nos organizar para nos prepararmos para fazer a obra. Se nós não nos organizarmos para fazer a obra, o que vai acontecer? Nada. Não podemos cair nisso, colocar as prioridades da nossa vida em primeiro lugar. Os três fatores da revolução da consciência, criar a alma e os corpos solares, isso é fundamental, porque nós queremos fazer a obra, sim, queremos, então, o caminho é esse, e são degraus que nós temos que ir e bater nele, passar nele. Porque se a gente não tiver uma organização no nosso trabalho, também não vamos conseguir fazer a obra que nos corresponde. Eu tenho certeza que todo mundo sabe o que traz para frente e o que faz para trás. Nós, como primos, esses três fatores, são três fatores lá. Por que não? Nós temos que fazer essas questões para nós mesmos, para que a nossa consciência responda. Temos que cuidar da mente, porque a mente mente para nós, nos iranianos, temos que ter cuidado. Vamos nos concentrar sempre na consciência. A consciência realmente, como vamos ver mais pra frente, ela é importante e ela cumpre o papel dela. E nós é que muitas vezes deixamos de fazer a nossa. Então, os três fatores de criar alma em corpos solares, eu vou deixar para uma outra oportunidade para a gente comentar. Por quê? Porque todo mundo sabe os três fatores. Isso aí é algo que se der tempo podemos comentar, mas esses três fatores são fundamentais. Se nós não cumprirmos com eles, realmente nós não vamos fazer a obra. Esses são os pontos da consciência. Qual é o real propósito de nossa ação? Fazer consciência. Interessante essa palavra, fazer consciência. Não está feita. Sim, mas nós fazemos tudo dela. Temos que fazer consciência, temos que cumprir com essa consciência. a parte espiritual nossa é a consciência. [11:29] Nós temos uma alma espiritual, que é a nossa consciência, é a nossa alma espiritual. Podemos dizer, nós temos alma, nós temos consciência, temos uma alma espiritual e nós não nos lembremos de muita coisa. Nós esquecemos essas partes autônomas de nosso ser, a alma, a alma espiritual. Essa alma espiritual está bem representada, a alma humana também está representada em um desenho. Mas nós olhamos, achamos muito interessante, os caras do povo. Isso aí é como um indivíduo que eu lembro, que queria olhar, eu falei, olha para o lado. que a gente possa encarnar o nosso ser, aquilo que não é um fazer vivo, que a gente muitas vezes deixa passar um lembrando, um pedido para esquecer o próprio, e deixa o que diz ali, o que você quer fazer, se organiza para fazer, fazer a consciência, tem uma frase assim embaixo, a gente não deveria também deixar de falar qual é o real propósito de nossa ação. Por isso nós temos que buscar cumprir com a nossa consciência. É nossa alma, a consciência da nossa consciência, nossa alma espiritual, nós temos que exercer. Se a gente não vai exercer, é muito bem exercer, porque agora nós sabemos. Quando Quando a gente não sabe nada, nós somos ignorantes, não conhecemos nada. Todo mundo fica com dó. Mas, quando nós sabemos o que é para fazer, não podemos fazer perguntas para nós mesmos. E, ali, a nossa consciência responde na hora exata de responder. Quando você começa a terminar a palavra, você já é, porque é a consciência. Exercer. de modo como exercer a vontade espiritual de nossa alma humana. [11:34] O que é que eu falo? Nós temos que exercer a bondade. Nossa alma é humana. Essa alma humana está aqui e faz isso. Quando a gente faz a nossa obra, essa obra, esse trabalho espiritual que nós necessitamos. E nós devemos meditar a respeito disso. Aqui são vários pontos para a gente analisar se realmente nós queremos fazer a obra. Porque muitas vezes as pessoas não querem as mesmas, dizendo o que querem, mas na realidade eles colocam tudo o que existe em mesmo. Então, na realidade, o que querem é a última coisa. Nós temos que colocar a nossa alma humana e a nossa alma espiritual em primeiro lugar na nossa vida. É importante na nossa vida. Se não forem as nossas duas almas, analise. Então, são coisas assim que a gente deve analisar, cuidar e concluir a alma. O que eu quero é fazer o que eu quero fazer e não fazer o que eu não quero fazer. Essa luz é da nossa alma, consciência. É o que gera a luz, então pode ser de graça. de graça, se tem algum de graça, abre o olho, tem algum apoiado, o que fazer, que encarnar no seu ser é conquistar, e nós vemos o que é necessário, aproveitando essa didática, você não tem que organizar para a gente cumprir, não é jogo, a gente até piora, esse é um dos principais que é necessário para fazer a graça. [11:39] Para que a gente possa entender mais profundamente esse trabalho, nós temos um Pai, nós temos um Pai, o Pai morre, nós temos um Pai espiritual, nós estamos falando do Espírito Santo, desdobra-se no Filho, o que é o Filho? é conhecer nossa alma espiritual é ele que traz essa alma espiritual dentro de nós olha o que ele está lá dizendo esse ser que trabalha então nós queremos enganar esse ser porque tem uma balança pega aí seu tesouro deu, cumpriu e é uma situação é a nossa alma cada um de nós Ele é de nós, cada um de nós. Lúcifer diz que nós podemos, às vezes, se é uma situação difícil, compreender isso ali. A Mãe de Vida está rindo. E tem Lúcifer, que é luz e fogo. A gente vê ali uma imagem que representa que essa obra é algo sério, que a coisa é séria. Tem tempo, porque não há tempo. Já podemos ver que não há tempo. e acelerar o passo de troca. Pode virar. [11:44] Mundo etérico, mundo físico, mundo celular, tudo isso, aí é um raio-x da nossa área, do nosso corpo, da nossa esquerda, aí está o que tem dentro de nós, não está fora de nós, está dentro de nós, cada um de nós, cada um tem um lado, mas é para melhorar todo o nosso corpo. Tem algo muito importante para que a gente possa começar o nosso trabalho. No trabalho, nós temos que identificar como está o nosso trabalho. Identificando a presença e a ação da consciência. Quando nós vamos falar agora, consciência, a nossa alma, o que é aquela consciência? É o que define o nosso estado agora. E agora, ele está aqui, pensando no que está acontecendo lá. Isso, isso é algo importante, porque a gente tem que deixar ele sonhar. Ele está aqui, ele tem que agradecer. [11:49] Em cima, antes de você terminar a pergunta. Então, é algo que nós temos que experimentar e concluir. E, realmente, no instante presente, é tudo o que existe. E, ontem, no instante presente, identificar a presença da nossa consciência. No nosso instante consciente, eu fico consciente. Consciente do que está. Vê o que está acontecendo. Terceiro ponto, sentir o que Deus vai fazer. Você pergunta, você sabe o que vai fazer. Naquele segundo, ele é bem. Por que nós não tivemos uma experiência dessa? Porque nós não fizemos a pergunta. É dizer, um golinho. [11:54] Temos que fazer para constatar essa realidade. Estamos falando da consciência. Exercitando e identificando a vontade. Agora é do outro lado. Ali que está a vontade. Identificar e exercitar a vontade. Sentir a vontade. Essa vibração, esse pacote de combate é uma força. identificar quem é que está fazendo a coisa, quem é que está impulsionando a coisa, quem é que está impulsionando a verdade. É um desejo. [11:59] Não tem dessa oportunidade, já que sabemos, graças a Deus, o Mestre Rafael, o Mestre Lácteo e outros, o General Mestre, estão aí buscando essa oportunidade para que a gente possa fazer nossa obra. Se nós não sabemos, o que que nós vamos fazer? Não tem o que falar. Então a pessoa tem que saber o que é, para não estar fazendo uma coisa diferente. É isso que eu tenho que fazer. Então, se desenvolver em uma sala humana. A ciência já é aquela parte ali. [12:04] É esse, alma, consciência, geramos em nós a gente os três princípios fundamentais que são ter a consciência e ter a vontade. Então, você encarna a luz e o mestre nos estudar, não basta dele, de passo a passo, ele perceber que não existe nenhum erro, esse é o caminho para a pessoa encarnar e voltar ao dianteiro. Porque, muitas vezes, a gente compromete, a gente mente, compromete e fazia e faz. A quem nós estamos engatando, está indo fora. Então, nós temos que fazer isso, que é justamente encarnar a nossa alma espiritual, encarnar os dois juntos, esperando que a gente realmente possa executar a necessidade. Temos que, sim, é vontade, ela vai fazer de nós, seria educar nós mesmos, a nossa alma, essa alma que vai nos salvar, doutrinar a humanidade, como aquele senhor já que vem com ele, balança sua sentindo, a espada daquele freio, e nós estamos fazendo o nosso trabalho, um passo por passo, como que nós vamos doutrinar a humanidade? É um amor. [12:09] É você que está fazendo a obra e que vai receber esse amor, educar na vontade. Eu vou terminar a vontade primeiro com a mão. Educar na vontade com inspiração. A inspiração já é algo da mente. Então, nós também temos que pegar essa força que nós estamos desenvolvendo e usar essa inspiração. Isso aí, essa inspiração, vai nos permitir educar a nossa vontade. A vontade é a que começa a se encontrar, é mais forte. Organizar a vontade com a disciplina. Ou seja, nós temos que estudar, ver o que fazer, fazer aquilo com alma e espírito. Para que aquilo funcione, para que a gente encarne isso. Então, a gente vê que conseguimos organizar a nossa vontade. depois evitado, e também amor, inspiração e disciplina, ou seja, nós temos que ver que nós temos que fazer algo, não podemos sentar e esperar que alguém vai, o amor, a sabedoria, outros seres que estão ali esperando uma oportunidade para ele levar ele para um outro lugar, onde veio. E aí, resumindo, geramos a luz. E aquele capítulo anterior, já conquistamos a vontade, a consciência e já ganhamos a luz. Devemos cuidar com todas as nossas forças para viver três coisas. Somente quando necessitar uma chance para você consultar sua consciência. Nós temos que aprender a pensar só quando for necessário. Se eu não tenho que fazer algo com a mente, eu quero pensar somente quando for necessário. Porque nós falamos que a mente é diagógica. Colocar a paixão em seu devido lugar, através da vontade e da graça de Deus. Uma das coisas que regula muitas pessoas é a paixão. A força e a intuição da pessoa para fazer coisas é através da vontade de Deus, do Pai. Pedimos, antes de terminar a pergunta, nós pedimos que a Pai nos ajude. Porque você, Ele sabe, Ele é o que está falando bem. Ele já sabe que você, Ele é o que está dizendo. [12:14] Por que nós temos que pedir? Eu tenho que pedir? Tenho que pedir. Eu não tenho que precisar. Saber o que nós queremos é que a gente peça. Não é? É um problema sério. Porque o medicamento tem características que a gente nem imagina. Uma pessoa, por exemplo, morar para mim, agora tem duas. Às vezes tem pessoas que tem três, quatro. Ele sabe que a personalidade é tão concreta, que ele sabe, tão forte, quando é melhor ele matar a falsificação. Porque senão é possível falecer e pensar, matar. Por quê? Porque senão ela continua. Você morre, continua. Noutra vida, ele não consegue, por exemplo, me ajudar a orar, fazer exercício e tudo mais, nos sobrepondo a uma vontade. estaremos trabalhando para desenvolver e fortalecer uma vontade trabalhando na transmutação porém é vontade saber diferenciar a espiritual saber que são duas coisas diferentes você se vai identificar com a paz é, estou repetindo está voltando já foi já foi então eu não me lembro então irmão Eu acho fundamental que a gente conheça o que é a hipnose em si. A gente passa a obra, nos dedicar, aprender, ver, praticar. Todo esse ensinamento é uma oportunidade muito importante para nós. Se nós não tivermos esse ensinamento, essa ajuda, nós não conseguiríamos fazer o nosso trabalho espiritual. A gente tem que olhar para o nosso aluno, tá vendo? Ele é também um dos três, né?